[Argentina] Oito anos do desaparecimento de Luciano Arruga

Fotos de Gala Abramovich

“Lo mató la policía, lo desapareció el Estado, lo encontramos luchando.”(Assassinado pela polícia, desaparecido pelo Estado, foi encontrado lutando)

Em 31 de janeiro de 2009, Luciano Arruga, de 16 anos, saiu de casa e não voltou mais. Por meses, foi assediado pela polícia de Lomas del Mirador, na Província de Buenos Aires. Os policiais lhe ofereceram uma arma e uma “zona liberada” e queriam convencê-lo a roubar para eles. Luciano Arruga não aceitou, e naquela noite a polícia o levou para a delegacia, o torturou e o matou.

Sua irmã e sua mãe, Vanesa Orieta e Mónica Alegre, o procuraram incansavelmente por 5 anos e 8 meses. Em 2014, seu corpo foi encontrado enterrado sem identificação em um cemitério, revelando também a conivência de outros setores do Estado com a política de extermínio da juventude nas favelas argentinas.

Nas fotos, tiradas durante ato em Buenos Aires, dois símbolos da luta na Argentina contra o terrorismo de Estado: Nora Cortiñas (co-fundadora e integrante del movimento das ‘Madres de Plaza de Mayo – Línea Fundadora’) e Vanesa Orieta, irmã de Luciano Arruga.

Saiba mais em Aparición con Vida de Luciano Arruga

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